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Clique nos  links abaixo para ver  matérias jornalúticas

 Revista PANORAMA - STRESS Solução Soft

 Jornal O GLOBO - Programa ensina a combater o estresse - 02/01/1989

 Revista CIÊNCIA e TECNOLOGIA - Artificio prejudicial - 15/02/1989

 Jornal O GLOBO - Tecnologia para tratamento da Sú‹drome do Pânico - 28/01/2002

 Diario de SÃO PAULO Informatização avança nos diagnósticos 05/02/2002

 Terapia induz relaxamento mental para tratar estresse

 Isto É - Aparelho ajuda a enxergar as reações do organismo

 Febrafarma - A Batalha da Dor
 Mundo Mulher - Hiperatividade e Déficit de Atenção 

 Iupe - Biofeedback auxilia quem sofre de déficit de atenção

 Jornal de JundiaE- Dor crônica ganha novo tratamento 

 Mix News - Clú‹ica Alliance realiza mais de 40 tipos de tratamentos estéticos

Fonoaudióloga  usa Biofeedback para medir a estimulação muscular da face

Biofeedback auxilia terapia da incontinencia e reduz o perúŒdo de tratamento 

Video Game Medicinal  - Revista Epoca 09/10/2004

 

 

 

 

PROMOÇÃO DA ESTRESSADO.COM PARA A GELATINA ROYAL














SÃO PAULO LEVITANDO !!!!

 

 

PROJETO DO ESPAÇO "MIND SPA"

  

  

ENTRADA DO ESPAÇO E CASULO 1 

     

CASULOS DE RELAXAMENTO E SALA DE ESPERA

    

CLIQUE AQUI E VEJA O FILME DA PROMOÇÃO 

Galeria de fotos

Veja a seguir fotos de alguns artistas internacionais que participaram do Rock in Rio III e que utilizaram a Terapia Indutiva, para diminuir o estresse e a tensão,  antes e apos os shows, no espaço montado pelo Prof. Leopoldo Kneit, a pedido dos organizadores do evento.

Michel Stipe ( REM )
Noel & Lian Gallagher (OASIS)

       Michael Stipe  R.E.M.                                  Noel & Lian Gallagher  OASIS

Guns &  Roses
Richard Neville (FIVE)

         Guns & Roses                                             Richard Neville  FIVE

Capital Inicial
Cassia Eller

          Capital Inicial                                              Cássia Eller

         Aron Carter                                                  Evandro Mesquita

Morais Moreira Sandra de SE></font></div>

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  Morais Moreira       Sandra de Sá
 
                                            

 

 Revista PANORAMA - STRESS Solução Soft

Jornal O GLOBO - Programa ensina a combater o estresse - 02/01/1989

Revista CIÊNCIA e TECNOLOGIA - Artificio prejudicial - 15/02/1989

Jornal O GLOBO - Tecnologia para tratamento da Sú‹drome do Pânico - 28/01/2002

Informatização avança nos diagnósticos e tratamentos

GERALDO DONATO


Paulo Cesar Bravos

A FISOTERAPEUTA MIRCA, do Centro de Continência Urinária,
usa equipamento de biofeedback e eletroestimuladores
na reeducação
O Centro de Continência Urinária do Hospital Albert Einstein utiliza equipamentos de urometria, biofeedback e eletroestimulação contra os males do sistema urinário

As novas tecnologias vêm trazendo muitos e importantes avanços na medicina. Os profissionais estão usando cada vez mais equipamentos de alta tecnologia no diagnóstico e tratamento de inúmeros males, informatizando os procedimentos médicos, não se atendo apenas a gerenciadores de consultas e cadastro de pacientes. Na área de reabilitação os equipamentos de biofeedback e têm se mostrado bastante eficientes em diversas áreas médicas, inclusive no tratamento da incontinência urinária.

O presidente da Sociedade Brasileira de Urologia e coordenador do Centro de Continência Urinária do Hospital Albert Einstein, dr. Erick Vroclasvsky, diz que hoje a reabilitação de pessoas com problemas urinários sendo feita com um tratamento cirugico envolvendo remédios, equipamentos eletrônicos, como os de biofeedback, e pequenas cirurgias, com procedimentos minimamente invasivos.

Segundo o coordenador do Centro, especialmente na reabilitação, a tendência a medicina lançar mão de técnicas cada vez menos invasivas, por meio de equipamentos eletrônicos. Quanto aos aparelhos de biofeedback, no caso da urologia, o dr. Vroclasvsky diz que vêm tendo larga utilização em casos de incontinência.

Como funciona

A fisioterapeuta e professora Mirca Christina Batista Ocanhas, especialista em reeducação uroginecológica do Centro, informa que o equipamento de biofeedback conectado por eletrodos  musculatura do aparelho urinário, captando as manifestações de contrações musculares durante o processo de micção. O usual a utilização de vários eletrodos no assoalho pélvico.

Estas contrações são visualizadas pelo próprio paciente, na tela do computador, por meio de gráficos ou elementos lúdicos, no caso do tratamento de crianças, que lhe indicam quais os grupos musculares que devem ser ativados no processo de micção.

A fisioterapeuta diz que o biofeedback utilizado sempre associado estimulação elétrica dos músculos, quando usados um eletrodo anal (para homens) ou vaginal (para mulheres), que captam os movimentos musculares, sempre realizado com o acompanhamento do especialista. O tratamento também utiliza exercícios especíƒicos para a reeducação do paciente, de forma que readquira a continência e a frequEncia urinária.

“O tratamento da incontinência urinária tem uma duração média de dois meses, com duas sessões semanais E informa a dra. Mirca.


Terapia induz relaxamento mental para tratar estresse

Jornal O Globo, Rio, 8 de Dezembro de 2002
Volta para Jornal da Famú‰ia

Terapia induz relaxamento mental para tratar estresse

Estresse e sensação de constante fadiga são queixas frequentes em consultórios. Agora existe uma maneira mais fácil de se livrar desses problemas, sem recorrer a medicamentos como calmantes. H no mercado uma série de equipamentos sofisticados que ajudam o cérebro a relaxar e a recuperar o equilú~rio mental.

O leque de opções grande e inclui desde técnicas de biofeedback (ou retroalimentação) terapia de luz e som. Segundo o terapeuta Leopoldo Kneit, com o uso dos aparelhos, a pessoa aprende a prevenir o estresse. Um dos equipamentos o brain machines . Em apenas dez minutos ele melhora o fluxo de energia e o cliente tem a sensação de um sono reparador.

As técnicas são aplicadas por profissionais de saúde e o cliente não fica dependente dos aparelhos diz.

 

MEDICINA

Videogame medicinal

A realidade virtual começa a ser usada como alternativa à terapia tradicional para combater medos, memórias traumáticas e diminuir a dor

BEATRIZ MONTEIRO


Arquivo pessoal
INVENTOR
Hoffman e Mundo das Aranhas, que teve sucesso com 80% dos pacientes

O mundo de Matrix ganha espaço nos consultórios médicos. Em vez de deitar no divã ou se entupir com remédios, pacientes colocam óculos ou capacetes e saem dirigindo um automóvel ou falando para uma platéia - tudo virtualmente. Programas de computador começam a ser usados por pessoas com fobias, permitindo que elas enfrentem seus maiores pesadelos sem sair da cadeira. ''A realidade virtual pode ajudar a controlar a dor e superar o medo e memórias traumáticas'', explicou a ÉPOCA Hunter Hoffman, diretor do Virtual Reality Analgesia Research Center (Centro de Pesquisas do Uso de Realidade Virtual para Tratamento da Dor) da Universidade de Washington. ''A grande vantagem é dar ao paciente a sensação de que ele está em outro ambiente, aonde ele temeria ir na vida real. É uma alternativa para quem não responde à terapia tradicional.''

A acrofobia (medo de altura), a claustrofobia (medo de lugares fechados) e a incapacidade de falar em público são algumas das doenças atacadas. Há programas para cada tipo de fobia. Em Mundo das Aranhas, por exemplo, a pessoa caminha por diferentes ambientes, tocando nos aracnídeos. Nos Estados Unidos, 80% das pessoas submetidas ao procedimento obtiveram sucesso. Para os americanos sobreviventes do ataque terrorista de 11 de setembro, criou-se um programa em que a pessoa é capaz de rever o atentado e contar tudo o que sentiu naquele dia. ''Ao levar um paciente que não consegue dirigir a conduzir artificialmente na chuva, o médico está dando todas as ferramentas para que ele supere esse medo'', diz o psicólogo e analista de sistemas Basileu Menezes. ''Na realidade virtual, o profissional desenvolve situações complicadas de ser criadas e encaradas num ambiente real.''

Os pacientes enfrentam suas fobias
sem sair da cadeira

Um grupo liderado por Hoffman está usando a realidade virtual como ferramenta de distração para vítimas de queimaduras. ''A idéia de que a dor é um componente psicológico é antiga. O que fizemos foi aprimorar essa teoria'', conta ele. Em Mundo de Neve, o paciente tem a ilusão de estar flutuando sobre uma montanha de gelo. Nesse território artificial, ele se diverte atirando bolas de gelo em tudo o que aparece, como bonecos de neve e pingüins. A maioria dos queimados relata nada sentir enquanto estão submersos no programa. ''Um mesmo sinal de dor é percebido com maior ou menor intensidade dependendo do que vai na cabeça do paciente. Estando no meio da neve mesmo que virtualmente, ele pode nem se ligar na dor da queimadura'', explica o neurocirurgião Cláudio Corrêa, do Hospital Nove de Julho de São Paulo.

Outro avanço é a associação da técnica com aparelho de biofeedback - instrumento que informa, através de sensores colocados na pele do paciente, toda alteração ocorrida no organismo quando submetido a stress. No programa contra claustrofobia, o paciente consegue se ver no elevador e, no canto da imagem, ler num pequeno quadro as informações de como seu corpo está reagindo naquele momento. ''A grande vantagem desta associação é que a própria pessoa pode se gerenciar'', diz Leopoldo Kneit, presidente da empresa que comercializa os programas no Brasil.

Marcelo Rudini/ÉPOCA
MEDO DE ALTURA
A engenheira Claudete Klas conseguiu curar uma acrofobia que a prejudicava no trabalho, após dez sessões com o programa virtual

A popularização da realidade virtual para fins terapêuticos é barrada pelo alto custo do equipamento. Mesmo assim, aos poucos vem ocorrendo no Brasil. A engenheira curitibana Claudete Klas, de 35 anos, resolveu experimentar a técnica quando seu medo de altura começou a atrapalhá-la profissionalmente. ''As sensações que eu tinha quando estava na obra eram as mesmas que tive na realidade virtual'', lembra Claudete. Depois de dez sessões de uma hora, estava curada. Apesar da técnica ter sido amplamente estudada nos Estados Unidos, há quem faça ressalvas. ''O médico precisa estar muito preparado e conhecer profundamente o paciente'', ressalta o psicólogo Ivo Donner. ''Afinal, é como se alguém acendesse uma lâmpada, deixando ver um monstro. Se o paciente não estiver pronto para vê-lo, é melhor deixar a lâmpada apagada. O medo pode virar um pavor incontrolável.''

Fotos: divulgação
MEDO DE DIRIGIR
Programa possibilita ao paciente guiar em ambiente virtual
MEDO DE AVIÃO
Um simulador recria a sensação de estar voando
VÍTIMAS DE QUEIMADURAS
Mundo de Neve prega interação para distrair pacientes
CLAUSTROFOBIA
O teto e as paredes podem ser reduzidos conforme o comando